quarta-feira, 23 de março de 2011

O preço. Pagar com alegria!


“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor.”
(Salmos 122.1)


O texto de Salmos 122, especialmente o versículo primeiro, traz em seu conteúdo uma verdade que pode, e deve, ser aplicada à vida de todos.
Embora o texto não revele claramente as circunstâncias em que Davi estava quando escreveu o texto, fica claro que o texto demonstra uma intensa alegria quanto a dirigir-se à Casa do Senhor, já que esse mesmo texto era apropriado para que os peregrinos subissem a Jerusalém, por ocasião das festividades.
Deus não é um déspota, um opressor ou algo assim que força seu povo a prestar-lhe culto, antes Ele apenas convida a servi-lo mediante sua infinita graça. É um chamado baseado no amor, e como resposta devemos também prestar um serviço de amor. Onde há amor deve haver alegria!
A ciência já enumerou os benefícios que a alegria produz no homem, mas também já afirmou o que a falta de alegria pode gerar doenças que são chamadas de “doenças da alma”, ou seja, doenças que afetam a forma com que o indivíduo se relaciona consigo mesmo e com o mundo.
Paulo ao escrever aos Filipenses demonstra que era com absoluta alegria que servia ao Senhor, independente das circunstâncias que estivesse, as quais não eram as mais favoráveis, conforme se pode verificar em suas viagens missionárias.
Mas outro aspecto de servir a Deus com alegria deve ser observado e, no nosso entender, é o que é o mais delicado, já que interfere não apenas em nós mesmos ou no que vivemos, mas interfere no próprio entendimento do que os outros terão do caráter de Cristo.
Para muitos - até mesmo para aqueles que já convivem no meio cristão, mas não tiveram uma verdadeira experiência com Cristo – sua reação revelará não apenas seu próprio caráter, mas o caráter de Cristo, já que você é um cristão. Vale a pena meditar sobre isso!
Assim, os convidamos a pagar sim o preço, mas que o serviço seja feito com toda alegria possível, nunca se esquecendo que momentos de tristeza podem até ocorrer, mas não são capazes de anular o que o próprio Pai já nos concedeu, que é sua absoluta graça e o poder do Espírito Santo.
Lembrem-se: “O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate!” (Pv.15.13)

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